EMPRESÁRIOS PAULISTAS: MESTRES DA RESILIÊNCIA EM TEMPOS DE CRISE
Em 2026, enquanto a gestão pública em São Paulo e no Brasil enfrenta desafios crônicos — burocracia excessiva, instabilidade fiscal, crises hídricas e infraestrutura deficitária —, o setor privado da capital paulista não apenas resiste, mas brilha com jogadas empresariais de alto nível. As principais empresas de São Paulo registraram crescimentos robustos, impulsionados por inovação, digitalização, eficiência operacional e parcerias estratégicas. São cases que provam: diante da lentidão do Estado, a iniciativa privada acelera.
Marcello D'Victor
6/16/20263 min read


Brasília (DF) — A Obra propõe uma profunda radiografia das estruturas políticas e institucionais que moldam a realidade contemporânea do país. Como manifesto da sociedade brasileira destacando se na urgência pela reconstrução social brasileira. Além, do resgate da seriedade nacional. Na contramão do histórico complexo de vira-lata e do antigo estigma internacional de que "o Brasil não é um país sério", Hamilton Ribeiro Júnior utiliza sua bagagem como teólogo social e conferencista do Fórum Social Mundial para estruturar uma contraproposta robusta.
O autor defende que a superação da violência crônica e da desigualdade passa, obrigatoriamente, por uma revisão profunda do papel das principais instituições sociais, que hoje encontram-se em estágio de fadiga. Quanto aos Pilares para o Progresso e Sustentabilidade estão longe de se limitar ao diagnóstico superficial dos problemas públicos.
O autor formaliza propostas pragmáticas divididas em eixos centrais de atuação: Nova Constituição: com uma nova Assembleia Constituinte no propósito de atualizar o sistema político, econômico e social do país. Reforma Partidária: Defesa de um novo conceito de partido político focado em transparência e representação real. A Gestão Pública Baseada em Evidências (GPBE): é uma abordagem que orienta a tomada de decisão governamental a partir de dados, pesquisas rigorosas e análises de impacto. Ela visa maximizar a eficiência dos recursos públicos e garantir que as intervenções realmente resolvam os problemas da sociedade. Economia Global: A economia que visa o equilíbrio global buscando integrar o crescimento financeiro à responsabilidade socioambiental e à estabilidade geopolítica. Esse modelo reduz desigualdades regionais, minimiza choques no preço de commodities—como o petróleo—e promove um desenvolvimento sustentável que respeita os limites do planeta; Educação de Futuro: Implementação de metodologias educacionais focadas em sustentabilidade e desenvolvimento social duradouro. Sobrevivência e Sustentabilidade Global: A sobrevivência humana depende intrinsecamente da sustentabilidade global. Garantir a nossa existência exige equilibrar o progresso econômico e social com a preservação do meio ambiente, assegurando que os recursos naturais essenciais (água, ar e alimentos) não se esgotem para as gerações futuras; Saúde e qualidade de vida na sociedade: saúde vai além da ausência de doenças: engloba o bem-estar espiritual, físico, mental e social. E a qualidade de vida reflete a satisfação do indivíduo com seu papel na comunidade e a busca por equilíbrio; Cidadania Global: Ser um cidadão global é identificar-se como parte da humanidade e agir ativamente pelo bem do planeta e da sociedade; Ressignificação Midiática: Debate sobre o uso responsável e progressista dos veículos de comunicação de massa. Pesquisa, Inovação tecnológica e Bioética: A pesquisa em inovação tecnológica e bioética global busca alinhar o progresso científico à sustentabilidade e aos direitos humanos. Esse campo interdisciplinar avalia os impactos de tecnologias como inteligência artificial, bioimpressão de órgãos e big data, garantindo que a ciência sirva à equidade e à dignidade humana; Práxis Teológica Social: Integrando a teologia social na formulação de políticas públicas significa traduzir valores éticos e princípios de justiça, como o bem comum e a dignidade humana, em ações concretas do Estado. Isso orienta programas de assistência, saúde e educação para proteger os mais vulneráveis.
A obra atua como um convite à ação cidadã. O livro expande o debate para além dos muros acadêmicos, alcançando leitores que buscam caminhos práticos para a construção do Brasil de amanhã.
